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Sobre a popularização dos torneios de poker no Brasil

Faz algum tempo que temos torneios com garantidos maiores e buy-in cada vez menores aqui no Brasil, principalmente em São Paulo, com três casas digladiando para oferecer um “melhor” custo-benefício para seus jogadores. Com a diminuição do buy-in do MasterMinds, além da inserção de uma premiação garantida, este é mais um evento a entrar neste perfil, e foi aí que surgiu a discussão.

No dia em que anunciaram, postei no Twitter (@felipephil) dizendo que achava muito ruim essa alteração, momento em que gerou uma discussão com o Culica e o Vitão sobre os benefícios ou não deste novo formato. Esses dois, a propósito, devem a companhia para uma cerveja durante o evento.

Poker

Agora vou dizer o que penso em mais do que 140 caracteres a respeito desse tipo de torneios e da alteração do MasterMinds. Pois bem, essa nova dinâmica de torneios, com inscrições mais baixas, garantidos altos e recompras é muito interessante para a indústria do poker, para os clubes e para os jogadores recreativos, pois torna-se acessível disputar eventos maiores e conseguir um hit relevante demais, principalmente quando você não vive disso e só busca se divertir. No entanto, para o jogador profissional, este formato torna-se menos favorável – e você pode me perguntar por que diabos seria ruim se os recreativos estão todos lá jogando.

Vejamos: vou pegar como exemplo o SPF, 150K gtd, que ocorreu no clube Vegas semana passada. O jogador investe 400 reais em inscrição, joga um dia classificatório, joga o segundo dia de torneio, passa para a mesa final e, se for o primeiro a cair na mesa final, recebe 2.100 reais, ou seja, 1.700 reais por chegar na reta final de um torneio com mais de 400 entradas. Você pode me dizer que esse é um bom valor, mas se pensar que temos de investir dinheiro para depois buscar os lucros, que o tempo investido é alto, que os gastos com alimentação e transporte por três dias são altos. Isso sem falar na possibilidade de o jogador ter feito uma recompra.

Agora vamos pensar no MM, que foi o que gerou a discussão e a ideia deste post. Este era um evento que trazia diversos jogadores de fora de São Paulo e, apesar de a localização e horário da última edição terem sido ruins, os jogadores que conheço e com quem conversei cultivavam um carinho pelo torneio. O pessoal de fora sabia que os custos da viagem seriam eliminados em uma primeira faixa de premiação, pois o buy-in mais alto traz um retorno proporcionalmente mais alto.  Muita gente se sentia atraída não só pela premiação, mas pelo evento, que tinha um perfil diferenciado e único.

Ainda assim, jogarei o MasterMinds (não jogaria se morasse fora de São Paulo), como jogo diversos torneios aqui, mas penso que levar o MM a esse patamar mais baixo, em prol da popularização do torneio, é matar o que tínhamos de diferente hoje no poker nacional. O mercado precisa de torneios mais lotados, os jogadores recreativos precisam ver a possibilidade de forra com um buy-in acessível, mas os jogadores profissionais e semiprofissionais precisam de um evento – além do BSOP – que os faça criar expectativas pra jogar, algo que possa mover a comunidade e que saia dos padrões que o mercado impõe hoje.

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É hora da Copa!

Fiquei algum tempo sem escrever aqui no blog, muito por causa de tudo o que tinha pra resolver, um pouco por falta de inspiração e assuntos relevantes e muito para refletir sobre todo o feedback que tive em relação ao Poker Além das Cartas nesse período. Foram poucos textos, é verdade, e me cobraram muito novas publicações, assim como foi grande a quantidade de elogios e críticas que recebi.

A Copa do Mundo começou no Brasil, a WSOP (antes) começou em Vegas, e quase todos ficaram divididos entre os dois eventos mais importantes para todo jogador de poker brasileiro. Pois bem, a cada dia mais gente publica nas redes sociais sua ida para Vegas, para a disputa de um sonho para alguns, de mais alguns dias de trabalho para outros, mas sempre acompanhando o máximo possível de jogos entre as seleções.

Venho acompanhando os jogos e o desempenho da galera na WSOP, principalmente o resultado do Vinicius Tas ontem, que foi muito bem e eu queria muito que tivesse feito a primeira FT brasileira nesta temporada. Ele é um cara muito querido no live e foi bem bacana ver a galera torcendo pra ele nas redes sociais.

Também venho acompanhando todos os jogos da Copa; Portugal, a seleção para a qual eu torço, infelizmente vai mal, com poucas chances de classificação, mas a quantidade de bons jogos me surpreende positivamente. Não achei que me sentiria assim, mas vou sentir falta de acompanhar ao vivo todos os jogos como venho fazendo até agora.

Vinicius Tas representando o Brasil na WSOP. Foto: Pokerdoc

Vinicius Tas representando o Brasil na WSOP.
Foto: Pokerdoc

Pois bem, agora é hora de entrar em campo. Hoje voo para Vegas com a Renata, uma parte do CSH Team e diversos amigos que vão ou que já estão por lá. Serão vinte dias de trabalho pesado, jogando tanto cash games quanto MTT, eventos dentro e fora da WSOP e a vibe é a melhor possível.

Planejo atualizar o blog enquanto estiver na Sin City, e não, não pretendo mudar a dinâmica do conteúdo que publico aqui. Vou buscar fatos curiosos, interessantes ou peculiares sobre o que rolar por lá, como venho fazendo até agora, e espero que vocês curtam. Agora vou terminar de arrumar as malas enquanto vejo o jogo do Brasil, pois chegou a hora de jogar!

 

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Uma reflexão na mesa de poker

Neste BSOP eu joguei 3 dias na mesma mesa em que o Bruno Kawauti, conhecido por todos principalmente pelos seus resultados na WSOP, e um dos caras que eu mais admiro no poker por tudo o que conheci dele no tempo em que jogamos e convivemos, muito antes desses grandes resultados. Juntos jogamos parte do dia 1 do ME, parte do dia 2 do ME, e o 6-max.

Entretanto, não é a ideia falar sobre nenhuma das mãos que jogamos, mas de uma conversa bem peculiar e que me fez pensar por bastante tempo depois. Estávamos no salão superior e o ar-condicionado mantinha uma temperatura muito baixa, a ponto de quase todos se sentirem muito incomodados com isso, quando alguém levantou o ponto de que o ar poderia estar sendo mantido desta forma para que fossem vendidas mais blusas por um dos patrocinadores do evento.

De pronto, eu disse que achava uma atitude comercial normal, enquanto o Bruninho foi contra a ideia, dizendo que o material vendido pela loja é bacana e que pensaria em diversas outras ideias que não prejudicassem as pessoas para forçar a compra de um produto. O assunto passou, mas ficou na minha cabeça.

O que somos capazes de fazer em busca de resultados?

O que somos capazes de fazer em busca de resultados?

Pensei mais uns 5 minutos antes de retomar o assunto com ele para dizer que acreditava mesmo estar errado por pensar daquela forma. Desenvolvemos a conversa e isso nos levou a pensar no que as pessoas podem fazer devido à pressão por resultados, ao estresse do dia a dia e ao fator comercial que muitas vezes é supervalorizado numa batalha insana em qualquer que seja o segmento. Muitas vezes nossa cabeça se adequa a pensar e funcionar com base nos padrões que nos são implementados, no resultado a todo custo, na pilha crescente por números e há muito além disso, muitos caminhos para se chegar aos seus verdadeiros objetivos.

Enfim, este não é um post somente sobre poker, mas sim um texto para se pensar na sua vida, nas suas prioridades, nos seus objetivos dentro e fora do jogo. E mais uma vez uma grande discussão na mesa me faz pensar sobre a vida.

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Que língua falamos?

Quem nunca fez um float, deu um 3-barrel bluff, jogou por implied odds ou até mesmo fez um royal straight flush? Lendo assim pode parecer um daqueles artigos técnicos que falam somente de jogadas, misturando português e inglês numa forma nem sempre muito didática, mas necessária, afinal praticamos um esporte que não é tradicionalmente brasileiro; muito pelo contrário, um esporte que ainda sofre algum preconceito apesar de todas as vitórias que as pessoas que lutam pelo no poker no Brasil vêm conquistando.

Pensando nisso, o poker fala inglês! É comum, no entanto, várias palavras serem aportuguesadas, até porque as pessoas que jogam (algumas até que tenham certo conhecimento do idioma inglês) simplesmente não se dão conta do significado por trás do que estão dizendo. Com isso, o flush vira “fléshi”, o straight vira “istritch”, os gerúndios aparecem, como em “foldando”, “fletando” (vem de flat, mas escrever flatando seria no mínimo divertido), “donkando”.

Você já fez um royal straight flush?

Você já fez um royal straight flush?

Tudo isso não é um problema, é divertido a valer com as falinhas no jogo ao vivo, e você não deve se sentir ofendido caso veja algum assassinato ao idioma; se for esperto o bastante, não vai demorar pra começar a falar que seu “fléshi” é maior naquela mão de cash game.

Eu disse tudo isso somente para alertá-lo de que apesar de toda a demanda crescente do público brasileiro, a tradução de muitos livros, a existência de fóruns, o aumento de ofertas de coaching e os vídeos gravados em português, a maior parte dos materiais, vídeos, discussões, livros e afins são em inglês, se você quiser se comunicar com outros jogadores e viajar para jogar, inglês é imprescindível. A barreira do idioma pode ser uma grande barreira para o seu crescimento e ter conhecimento de inglês é um fator essencial caso você queria ser um jogador profissional.

Se você almeja ser um jogador profissional e vem se preparando para isso, apesar de todo o jeitinho brasileiro e do crescimento do esporte em nosso país, não se esqueça de que no poker falamos inglês!

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Sobre o merecimento no poker

Eu tinha pensado em escrever sobre isso anteontem, depois de uma discussão com o pessoal no QG CSH Team, mas aí chegou o dia final do CPH e tínhamos um representante lá, o Marujo, que ficou em 11th, e fiquei assistindo à mesa final. Foi incrível ver a atuação do Baggio na FT e o quanto isso tinha a ver com o que quero falar, pois bem assisti até o fim e deixei pra escrever hoje.

Falamos bastante sobre merecimento no poker, pessoas que se dedicam e jogam bem, mas não conseguem resultados, pessoas que estão batalhando sem um big hit, enquanto jogadores recreativos, com atuações muito pouco ortodoxas, chegam ao pódio de grandes torneios, como o próprio Campeonato Paulista, que se encerrou ontem com o jogador Tony Baggio na terceira colocação.

Para que você entenda o que quero dizer, o Baggio é um cara muito simpático, gente boníssima, que aprendeu a jogar poker recentemente e encontrou no esporte uma forma de recreação, de passar um tempo e dar umas risadas na mesa, sem preocupações técnicas, sem livros, sem vídeos e sem coaching. Qual o problema disso? NENHUM!

É necessário entender que no poker o merecimento não significa nada, você ser melhor que o seu adversário não garante a vitória, e é justamente isso o que faz do poker um esporte acessível a todas as pessoas, o fato de o amador poder ganhar do profissional a qualquer momento, o “tiozão” pode (e será, muitas vezes) campeão de um torneio. O que significa alguma coisa é você trabalhar cada vez mais pesado, buscar informação e conseguir alcançar as vitórias de acordo com o volume de jogo, ter um retorno sustentável para seus investimentos e ter uma mentalidade profissional, dentro e fora das mesas.

Fernando Grow, campeão brasileiro de 2013

Fernando Grow, campeão brasileiro de 2013

 

Ainda assim, fico muito feliz quando vejo alguém que é merecedor conquistando grandes resultados. O maior exemplo disso é o atual campeão brasileiro, Fernando Grow, que com todos os méritos foi o melhor tanto em NLH quanto em PLO e levou o título brasileiro. O Grow é um monstro em todos os jogos que colocam à sua frente, além de ser um cara de finíssimo trato, excelente parceiro e com todas as competências para merecer este título e todas as boas oportunidades que aparecem em sua vida. Fiquei realmente feliz no BSOP Million quando veio a confirmação de seu título.

Por outro lado, vemos alguns jogadores com excelentes oportunidades e alguns resultados, mas com perfis que beiram o ridículo, tanto na falta de comprometimento quanto na falta de educação, com uma autoestima que não condiz com sua técnica, tanto dentro quanto fora das mesas, mas sobre isso falo em um próximo post.

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Nem só de técnica viverá o profissional

O poker vive uma expansão, fato!, e diversos jogadores buscam aprofundar seus conhecimentos técnicos sobre o jogo, seja através de fóruns, vídeos, coaching; eu mesmo lancei um curso presencial de Pot-Limit Omaha semana que vem aqui em São Paulo.

É óbvio que o conhecimento técnico sobre poker é fundamental, entender a teoria por trás das jogadas e dos jogadores é imprescindível, mas será que é o suficiente pra formar um jogador consistentemente vencedor a longo prazo?

Jogo há uns 2 anos cash games ao vivo, tanto NLH quanto PLO, e arrisco dizer que o que menos fez com que eu ganhasse dinheiro foram meus atributos técnicos em ambos os jogos. O nível técnico desse tipo de jogo é baixo em relação ao jogo online e muito menos dinâmico, entretanto o ambiente é propício ao convívio social, onde seu comportamento e suas habilidades de socialização podem ser um diferencial imensurável.

Vini Marques, um dos jogadores brasileiros mais técnicos e inteligentes hoje em dia

Vini Marques, um dos jogadores brasileiros mais técnicos e inteligentes hoje em dia

Joe Hachem disse algo que nos faz pensar a respeito disso em um post que pode ser lido no MaisEV, e depois abriram um tópico de discussão que tem algumas opiniões muito coerentes (leia aqui). Ele pode ter sido um pouco extremista talvez, outros dirão que ele falou bobagem, mas pare para pensar um pouco sobre tudo o que acontece na mesa que não são as jogadas de poker.

Eu vi mais de uma vez jogadores profissionais ou regulares serem convidados a deixar de jogar alguns jogos ao vivo por causa de mau comportamento, por estarem simplesmente esperando melhores condições de faturar, por não oferecerem nenhum tipo de entretenimento à mesa, enfim, por não serem parceiros, ao passo que jogadores intermediários, alguns até que nunca estudaram, podem ser vencedores consistentes nesse tipo de jogo e muito queridos.

Enfim, talvez eu me alongue um pouco mais neste assunto posteriormente, pois gosto muito de falar sobre isso, mas fica a pergunta: você já parou pra pensar no motivo de no poker ao vivo os outros jogadores à mesa serem chamados de parceiros, não de adversários?

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Dormiu na mesa, perdeu!

Eu estou com um baita sono hoje, o jogo rebolou até as 9 da manhã e ainda estou me sentindo muito cansado. Foi pensando nisso, e me lembrando de algumas circunstâncias que já presenciei, que resolvi escrever um pouco sobre a relação entre o sono e o poker.

A maioria dos grandes torneios no Brasil acontece à noite e é comum vermos diversos os participantes comentando que acabaram de sair de seus trabalhos diurnos e foram jogar, seja de forma recreativa ou como uma segunda profissão.  Dito isso, é de se imaginar que o cansaço físico e mental sejam sintomas que aparecerão durante o desenvolvimento do torneio, principalmente em seus estágios avançados, quando já se passaram várias horas sentados e pensando em suas jogadas.

O sono pode custar caro.

O sono pode custar caro.

Vejo com certa frequência jogadores dormindo, literalmente, nas mesas, a ponto de atrasar as ações, de necessitar influência do dealer a cada mão, e até de roncar durante um torneio. Chega a ser engraçado em alguns casos, constrangedor em outros, mas sempre vai ser vantajoso pro jogador profissional que estiver mais bem preparado.

O que é válido pensar é que a cadeira do clube é um dos hotéis mais caros da cidade. Você perde muito dinheiro toda vez que estiver dormindo ou muito sonolento na mesa, ao passo que você pode ganhar bastante caso seja o seu adversário nessas condições. Poker exige preparo e, se dormiu na mesa, perdeu!

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Você é bom o bastante?

Eu estava aqui no QG CSH fazendo uma tradução para a Intelipoker quando o pessoal começou com uma discussão sobre poker live, resultados recentes, etc. Isso gerou uma série de outras discussões, sobre o jogo, sobre jogadores, mas ficou interessante quando começaram a falar sobre confiança e a relação disso com o sucesso nas mesas.

Em todas as áreas da vida é muito importante termos confiança para alcançarmos o sucesso (todas as pessoas bem-sucedidas dizem isso, inclusive), no poker não poderia ser diferente, afinal é um esporte onde a agressividade, a competitividade e a tomada de decisões são constantes, confiar em suas habilidades é um diferencial, mas quão importante é a autoconfiança?

Confiança é fundamental

Confiança é fundamental

Mais do que responder a esta pergunta, gostaria que cada leitor deste blog parasse para refletir sobre o quão importante considera esta questão e o quão confiante você é não só no poker, mas em tudo o que faz na sua vida. Se você não é tão confiante assim, estude mais, pratique mais, discuta com jogadores mais experientes do que você, enfim pense a respeito.

Aqui no QG foram diversas opiniões, espero ver as de vocês.

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Um blog sobre poker

O poker vem crescendo substancialmente no Brasil, com muitos novos jogadores aparecendo e muita gente interessada em jogar e em aprender. É fato que o jogo é interessante, dinâmico e, principalmente, social.

A maioria de nós começou a jogar poker simplesmente por diversão (e a maioria de nós jogará poker para sempre por diversão), o que não é problema algum. Lembro-me até hoje de jogar poker usando feijões, em um tempo no qual as fichas não eram tão populares nos home games. O jogo era divertido daquela forma e o universo se resumia àquela mesa, pois eu não tinha qualquer informação sobre resultados, jogadores, técnicas ou até mesmo sobre poker online. Tudo isso já existia, apenas não tinha chegado aos meus olhos e ouvidos.

Um tempo de poker com feijões.

Um tempo de poker com feijões.

Hoje a informação é muito mais bem difundida do que há 4, 5 anos. Temos diversos blogs e sites que ensinam a jogar, analisam mãos, discutem técnicas. Outros tantos sites para falar sobre os grandes jogadores e seus resultados. Além, claro, de ferramentas como Facebook e Twitter, nas quais você pode acompanhar o pessoal e obter informações em um curto espaço de tempo.

Eu já escrevi sobre poker há algum tempo com meu amigo Zunto, logo que comecei a jogar. Acabamos abandonando o projeto depois de algum tempo por diversos motivos, mas recentemente voltei a sentir vontade de escrever sobre o joguinho. Pensando nisso tudo, vi que todos falam de poker de forma técnica ou de forma “midiática” e resolvi que queria escrever sobre poker pura e simplesmente.

Vou escrever sobre o dia a dia, falar sobre algumas experiências minhas na mesa, histórias de parceiros, situações interessantes e engraçadas para compartilhar com você, que independentemente do motivo de jogar queira ler e falar sobre poker.

Poker além das cartas será isso, será tudo o que acontece dentro em fora das mesas, um espaço pra expor e discutir ideias, enfim, um blog sobre poker!

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